Curiosidades

Universo de Kepler: Há mais planetas do que estrelas em nossa galáxia

Astrônomos estimam que a Via Láctea contém mais de 400 bilhões de estrelas e graças à missão Kepler, podemos estimar que todas as estrelas em nossa galáxia tem em média 1,6 planetas em suas órbitas.
O novo vídeo de Tony Darnell e Scott Lewis foca nas descobertas que o Telescópio Espacial Kepler fez, no qual iniciou um “novo universo” e uma nova maneira de olhar para as estrelas com potencial de novos lares em outros planetas. Em apenas 20 anos atrás, não sabíamos se teria algum outro planeta na órbita de outras estrelas além da nossa. Mas agora sabemos que vivemos em uma galáxia que contém mais planetas que estrelas.
Assista o vídeo e entenda o Novo Universo que Kepler nos proporcionou.
De acordo com Astrônomos, há probabilidades de ter mais de 170 bilhões de galáxias no Universo Observável, estendendo-se em uma região do espaço de 13.8 bilhões de anos luz de distancia de nós em todas as direções.
Então, se você multiplicar o número de estrelas em nossa galáxia pelo número de galáxias no Universo, você terá aproximadamente 10 elevado a 24 estrelas. Isto é, 1 seguido por 24 zeros, ou um sextilhão de estrelas.
Contudo, se fosse calculado que o Universo Observável é uma bolha de espaço com 47 bilhões de anos para todas as direções… ou poderia ser muito maior, possivelmente infinito. Só que não podemos detectar essas estrelas, porque elas estão fora do Universo Observável.
Então, há muitas estrelas lá fora…
Como citado no vídeo, os telescópios espaciais nos dão “um vislumbre do nosso humilde lugar no oceano cósmico.”
Campo de visão do Telescópio Espacial Kepler. Crédito: NASACampo de visão do Telescópio Espacial Kepler. Crédito: NASA
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Sobre o autor

Gabriel Caldeira

Técnico Ambiental, Blogueiro, youtuber, adepto a esportes radicais em meio a natureza, professor de geografia e de vários cursos virtuais, atualmente está cursando Geografia na PUC Minas. Trabalha incansavelmente, para promover o compartilhamento de informações relevantes na rede, escreve, grava, edita e compartilha todo tipo de coisa que envolva a geografia.
É aspirante a documentarista, engajado nas causas ambientais e sempre caminha no sentido da inovação.

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